
sexta-feira, 20 de março de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
Mito
Uma nova versão de uma velha lenda
Estava eu e a Loira do Banheiro quando deu o sinal.
-Eu preciso ir!
-Fica vai, eu te ensino!
Mas loira...
-Tem um cigarro?
-Não fumo, Loira!
-Ãh...!
Ela começou a mexer em sua bolsa.
-Encontrei um! Sabia que tinha comprado um solto, será que tenho fósforo?!
Continuou mexendo como se eu nem estivesse ali, até que:
-Você não tem não, né?
-Poxa Loira...!
-Tudo bem, relaxa, achei.
Acendeu e tragou.
-Loira, é verdade o que você fez com o Fimose?
-É!
-Jura!
-Juro.
Soltou fumaça, encostou na pia e retocou o batom.
-Com menina também?
-Muito é o que dizem...
-Loira só mais uma pergunta...
-Chega!!
Ela veio para o meu lado, inclinando a cabeça e abrindo a boca. Não consegui nem proteger o pescoço, mas segundos antes de suas presas me rasgarem a carne, consegui perguntar:
-Loira...
Já mordendo.
-...você é vesga?
-Sou!
J.R.Bazilista
15/04/05
Estava eu e a Loira do Banheiro quando deu o sinal.
-Eu preciso ir!
-Fica vai, eu te ensino!
Mas loira...
-Tem um cigarro?
-Não fumo, Loira!
-Ãh...!
Ela começou a mexer em sua bolsa.
-Encontrei um! Sabia que tinha comprado um solto, será que tenho fósforo?!
Continuou mexendo como se eu nem estivesse ali, até que:
-Você não tem não, né?
-Poxa Loira...!
-Tudo bem, relaxa, achei.
Acendeu e tragou.
-Loira, é verdade o que você fez com o Fimose?
-É!
-Jura!
-Juro.
Soltou fumaça, encostou na pia e retocou o batom.
-Com menina também?
-Muito é o que dizem...
-Loira só mais uma pergunta...
-Chega!!
Ela veio para o meu lado, inclinando a cabeça e abrindo a boca. Não consegui nem proteger o pescoço, mas segundos antes de suas presas me rasgarem a carne, consegui perguntar:
-Loira...
Já mordendo.
-...você é vesga?
-Sou!
J.R.Bazilista
15/04/05
sexta-feira, 6 de março de 2009
Se eu não me engano já roubaram mais de cinco vezes e cada óculos novo custa uma pequena fortuna!

Os Óculos Roubados
(Um poema para a estátua do Drummond)
A primeira vez que me
roubaram os óculos
Não Vi
cochilava
achei até que era só uma
brincadeira de mau gosto
mudei de idéia
quando depois da primeira semana
não devolveram
Na segunda vez
foi rápido
vi seu rosto
e sua clara intenção
roubou e correu
Pra Lá
Mão Lisa!
Na terceira vez
não era o mesmo
(assim como eu)
Fechei os olhos:
Leve!
Na quarta,
sacanagem
vileza pura!
Implorei
ao menos
me deixem
aqui sentado
Agora
depois de tudo isso
penso em lentes,
cirurgias a laser
essas coisa modernas
mas confesso
que já temo
os
olhos da cara.
(Um poema para a estátua do Drummond)
A primeira vez que me
roubaram os óculos
Não Vi
cochilava
achei até que era só uma
brincadeira de mau gosto
mudei de idéia
quando depois da primeira semana
não devolveram
Na segunda vez
foi rápido
vi seu rosto
e sua clara intenção
roubou e correu
Pra Lá
Mão Lisa!
Na terceira vez
não era o mesmo
(assim como eu)
Fechei os olhos:
Leve!
Na quarta,
sacanagem
vileza pura!
Implorei
ao menos
me deixem
aqui sentado
Agora
depois de tudo isso
penso em lentes,
cirurgias a laser
essas coisa modernas
mas confesso
que já temo
os
olhos da cara.
quinta-feira, 5 de março de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Um poema do livro "Lojas das Antologias" (que escrevo atualmente)
Segue
Mesmo a casa com
o seu fantasma
Segue
No tamanho
da criança com oito anos
Segue
Na linha morta
da tua mão corada
Segue
No fundo do seu olho
esquerdo
(no olho da viúva)
Segue
Naquele abraço
de reencontro
e
de despedida
Segue
em todas as palavras
em qualquer dos gestos
Segue
atrás da porta
fechada
no ventrículo do seu coração
Segue
a planta de jardins secretos...
Segue
na segunda gaveta
de cima pra baixo um chumaço de cabelo
Segue
no vestido de dentro
da caixa
um antigo e cansado segredo
Na lata de bolacha
junto de fotos
amareladas
Segue
Na estrada que leva
ao ponto de chegada
(e de partida)
Segue
O rio, as nuvens,
a terra
o mar
os bichos e os homens
Segue
e o que fica
e que vai...
e mesmo que eu pare agora
(queira ou não)
Segue.
22/12/08
Mesmo a casa com
o seu fantasma
Segue
No tamanho
da criança com oito anos
Segue
Na linha morta
da tua mão corada
Segue
No fundo do seu olho
esquerdo
(no olho da viúva)
Segue
Naquele abraço
de reencontro
e
de despedida
Segue
em todas as palavras
em qualquer dos gestos
Segue
atrás da porta
fechada
no ventrículo do seu coração
Segue
a planta de jardins secretos...
Segue
na segunda gaveta
de cima pra baixo um chumaço de cabelo
Segue
no vestido de dentro
da caixa
um antigo e cansado segredo
Na lata de bolacha
junto de fotos
amareladas
Segue
Na estrada que leva
ao ponto de chegada
(e de partida)
Segue
O rio, as nuvens,
a terra
o mar
os bichos e os homens
Segue
e o que fica
e que vai...
e mesmo que eu pare agora
(queira ou não)
Segue.
22/12/08
Mais uma Vez...
Estou sem conexão!
Não sei quando a coisa vai se resolver, continue tentando, dando um pulo aqui, vai que dá sorte!
Uma pena que a "UMA MANHÃ DE AGOSTO OU AS SUAS ESTRANHEZAS" vai dar uma paradinha, espero que você não perca o fio da meada.
As postagens futuras tendem ao texto.
Vou reunir todas as minhas forças($$$$$$$$$) para que continuar com a história em quadrinhos. Cruzem os dedos!
Prometo normalizar a bagaça e dar emoções mil, alegrias infinitas e perplexidades assombrosas aos desatentos. Enfim aquele Padrão TAXIDERMIA tão já manjado.
É isso
e Vinho e Vida
Não sei quando a coisa vai se resolver, continue tentando, dando um pulo aqui, vai que dá sorte!
Uma pena que a "UMA MANHÃ DE AGOSTO OU AS SUAS ESTRANHEZAS" vai dar uma paradinha, espero que você não perca o fio da meada.
As postagens futuras tendem ao texto.
Vou reunir todas as minhas forças($$$$$$$$$) para que continuar com a história em quadrinhos. Cruzem os dedos!
Prometo normalizar a bagaça e dar emoções mil, alegrias infinitas e perplexidades assombrosas aos desatentos. Enfim aquele Padrão TAXIDERMIA tão já manjado.
É isso
e Vinho e Vida
domingo, 8 de fevereiro de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
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