
sábado, 13 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
De Novo
Ia começar dizendo que minha vida cigana, mas já mudei de ideia, uma vez que Vida Cigana implica um liberdade única! E minha vida não tá pra tanta liberdade assim!
O negócio é que estamos de mudança pra Sampa, e quando digo estamos, quer dizer, eu, minha amada e minha filhota.
Então, o blog, vai ficar pra quarto ou quinto plano, se rolar, vai ser uns desenhos que já tenho pronto, e textos, nesse tempo irei desenhando mais coisas (agora que comprei uma caneta, vou ficar sem scanner! Puta irônia!!!).
Então, cambada, continuem dando as caras por aqui, vai que numas dessas tem coisas novas, texto é garantido pintar, já os rabiscos num prometo!
É Isso e Vinho e Vida
O Taxidermista
O negócio é que estamos de mudança pra Sampa, e quando digo estamos, quer dizer, eu, minha amada e minha filhota.
Então, o blog, vai ficar pra quarto ou quinto plano, se rolar, vai ser uns desenhos que já tenho pronto, e textos, nesse tempo irei desenhando mais coisas (agora que comprei uma caneta, vou ficar sem scanner! Puta irônia!!!).
Então, cambada, continuem dando as caras por aqui, vai que numas dessas tem coisas novas, texto é garantido pintar, já os rabiscos num prometo!
É Isso e Vinho e Vida
O Taxidermista
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Uma história sobre o Maurício (Ou melhor, sobre o Primo dele)
No ano passado trabalhava com uma professora que me disse que o seu pai é primo do Maurício, fiquei surpreso e ela continuou dizendo que então seu pai morava em São Paulo, o Mauricío chegou na casa dele e perguntou se ele não queria investir uma grana em histórias em quadrinhos (nem preciso dizer que nessa época o Maurício estava começando, ou seja lá pelos 60 E NÃO TINHA NADA MAIS DO QUE UNS RABISCOS DE UM CACHORRINHO) o pai da professora não pensou nem duas vezes, "É CLARO QUE NÃO!" (E aqui completo eu: Isso não dá FUTURO!)
Bem se ele se arrependeu depois, não perguntei mas pela cara da professora tenho certeza que sim, ainda mais quando ela finalizou "O começo sempre é Duro!"
E põe dureza nisso!
J.R.Bazilista, o Taxidermista
Bem se ele se arrependeu depois, não perguntei mas pela cara da professora tenho certeza que sim, ainda mais quando ela finalizou "O começo sempre é Duro!"
E põe dureza nisso!
J.R.Bazilista, o Taxidermista
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Agora só falta desenhar!!!
Os Mortos da Vó Bastiana
A vó Bastiana sempre dizia:
“Para perder o medo dos mortos você tem que ir até ao tanque d’água de um cemitério, olhar por três vezes dentro do tamque, depois molhar a nuca e beber três goles dessa água. Agora se você quiser falar com os mortos, cê tem que levar essa água num vidrinho e beber um gole a cada seis dias até acabar, mas cuidado, antes é preciso saber se nenhum afogado se molha nesse tanque, pois se o infeliz se banha você só vai falar com ele. Então para saber se o afogado usa o tamque tem que soltar um punhadinho de sal com a mão esquerda dentro do tamque e olhar se algum grão vai até o fundo, se for, não beba, pois o afogado mais engasga do que fala!”
“Se você não sabia, tem também as árvores dos enforcados, onde as quinta-feiras eles se balançam. Ela tem sempre um prego no tronco.”
“Nessa hora olhando pra cima tem que tomar cuidado para não cortar túmulo, se não vira, cachorro. E cachorro não se espanta de cemitério, só se ele tiver comendo osso, se não tiver e espantar, seus ossos vão ser roubados.”
“As pessoas se lembram do cachorro mas se esquecem dos passarinhos, num presta passarinho pousado em cima do túmulo...se caga então!... Na família nascendo o mais novo o mais velho morre, quase igual a casa de formiga no pé da cova, só o mais velho morre.”
“Também não presta roer as unhas em enterros. Já passar batom não, passar batom é bom, é vida!”
“As moças tem que tomarem cuidado com cabelo caído em caixão... faz perder o juízo!”
“Pra arrumar casamento, é fácil também, no túmulo do solteiro ou do viúvo, tanto faz, acender uma vela por treze semanas, não esquecer de dizer: - Esse é o fogo!”
“Já pra enviuvar é preciso fazer o ‘amado’ beber chá de flor de cemitério, tem que ser de dentro, mas não precisa ser do túmulo, porque aí se o falecido for viúvo ou solteiro, quem beber o chá vive mais que ocê.”
“Se quiser saber como vai morrer é só quinze dias antes do Finado pulir vaso de bronze.”
“Se entrar a noite em um cemitério é só dizer o nome completo de um morto que nada te acontece.”
“Já pular o muro pega vício e se for depois da meia noite, morre dele.”
“Namorar encostado no muro do cemitério não presta também não! Se for a mulher que estiver encostada, num casa, se for o homem casa, mas dura pouco!”
(...)
“Ela era capaz de passar horas assim, pra sempre no final arrematar:
“Os mortos tem a vida dos mortos e pra eles nós só estamos vivos!”
De esquina ela também sabia um bocado de coisas.
A vó Bastiana sempre dizia:
“Para perder o medo dos mortos você tem que ir até ao tanque d’água de um cemitério, olhar por três vezes dentro do tamque, depois molhar a nuca e beber três goles dessa água. Agora se você quiser falar com os mortos, cê tem que levar essa água num vidrinho e beber um gole a cada seis dias até acabar, mas cuidado, antes é preciso saber se nenhum afogado se molha nesse tanque, pois se o infeliz se banha você só vai falar com ele. Então para saber se o afogado usa o tamque tem que soltar um punhadinho de sal com a mão esquerda dentro do tamque e olhar se algum grão vai até o fundo, se for, não beba, pois o afogado mais engasga do que fala!”
“Se você não sabia, tem também as árvores dos enforcados, onde as quinta-feiras eles se balançam. Ela tem sempre um prego no tronco.”
“Nessa hora olhando pra cima tem que tomar cuidado para não cortar túmulo, se não vira, cachorro. E cachorro não se espanta de cemitério, só se ele tiver comendo osso, se não tiver e espantar, seus ossos vão ser roubados.”
“As pessoas se lembram do cachorro mas se esquecem dos passarinhos, num presta passarinho pousado em cima do túmulo...se caga então!... Na família nascendo o mais novo o mais velho morre, quase igual a casa de formiga no pé da cova, só o mais velho morre.”
“Também não presta roer as unhas em enterros. Já passar batom não, passar batom é bom, é vida!”
“As moças tem que tomarem cuidado com cabelo caído em caixão... faz perder o juízo!”
“Pra arrumar casamento, é fácil também, no túmulo do solteiro ou do viúvo, tanto faz, acender uma vela por treze semanas, não esquecer de dizer: - Esse é o fogo!”
“Já pra enviuvar é preciso fazer o ‘amado’ beber chá de flor de cemitério, tem que ser de dentro, mas não precisa ser do túmulo, porque aí se o falecido for viúvo ou solteiro, quem beber o chá vive mais que ocê.”
“Se quiser saber como vai morrer é só quinze dias antes do Finado pulir vaso de bronze.”
“Se entrar a noite em um cemitério é só dizer o nome completo de um morto que nada te acontece.”
“Já pular o muro pega vício e se for depois da meia noite, morre dele.”
“Namorar encostado no muro do cemitério não presta também não! Se for a mulher que estiver encostada, num casa, se for o homem casa, mas dura pouco!”
(...)
“Ela era capaz de passar horas assim, pra sempre no final arrematar:
“Os mortos tem a vida dos mortos e pra eles nós só estamos vivos!”
De esquina ela também sabia um bocado de coisas.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
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